Essa família é da pesada mesmo

Os filmes de Hollywood estão passando por uma fase pouco criativa. Continuações e releituras são as grandes bilheterias do atual verão norte-americano. Atualmente, a melhor parte da capacidade de criação e de qualidade dos roteiristas dos EUA estão nas séries de TV. Programas como The Sopranos, Lost, 24 Horas, Damages, dentre muitas outras, dão um verdadeiro show em 99% dos filmes produzidos na América do Norte. Dentro desse nicho, existem os desenhos animados de temática variada, mas que têm os adultos como público principal. The Simpsons, na Fox, estão há 22 temporadas fazendo um sucesso tremento. Mas hoje vim falar de um gênio deste gênero e minha série nesse estilo favorita: falo de Seth McFarlane e Family Guy.

Family Guy surgiu em 1999 centralizado na história de Peter Griffin, um homem trabalhador, mas sincero e infantil ao quadrado. Ele é casado com Lois, de família rica e que é o lado racional do casal, apesar de alguns episódios em que perde essa característica. Eles tem três filhos: Meg, adolescente tímida e que sofre bullying na escola, Chris é um jovem gordo e burro e muito infantil para os seus 13 anos e Stewie ( o melhor personagem da série), um bebê de um ano, com sexualidade muitas vezes indefinida, com tendência terrorista contra sua mãe e com as melhores falas do seriado junto com o ‘bicho de estimação” da família Griffin, o cão Brian, que anda e fala como um humano, é ateu e tem uma acidez fenomenal.

Family Guy reúne elementos que fazem ser um dos produtos da cultura pop norte-americana dos melhores. Críticas ao modo de vida americano, a cultura do país, seus políticos estão sempre presentes nos episódios. As particularidades de cada personagem, inclusive os secundários, como os amigos de Peter Griffin, o macaco que mora no armário de Chris, dentre outros, são um diferencial desse programa que há 11 anos faz muito sucesso em todo planeta. Tanto faz, que um spin-off já surgiu da série, The Cleveland Show, com o amigo negro de Peter como protagonista.

Family Guy passa diariamente em diversos horários no canal FX e a rede Globo realiza um rodízio entre as produções de Mcfarlane, atualmente é transmitida após o Altas Horas o The Cleveland Show, mas Family Guy e American Dad já passaram nesse mesmo horário e em breve voltarão. É uma ótima pedida.

 


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Pizza a vista!


Eu simplesmente não sei aonde vai para a política do nosso país. Qual e como será o próximo escândalo a estampar os jornais? Já me questionei algumas vezes sobre o assunto. Todavia, mesmo na mais pessimista das previsões, eu não acerto o vexame porvir. A mais nova, é a notícia de que, provavelmente, os acusados pelo mensalão podem sair ilesos de uma das acusações.

Para quem não lembra, o escândalo do mensalão foi aquele descoberto em junho de 2005, onde parlamentares teriam recebido propina para votar a favor de projetos de interesse do governo Lula. Quarenta pessoas foram indiciadas no processo inicial por diversos crimes, entre eles, o de formação de quadrilha.

Agora, os acusados podem se livrar da punição. Isso por que o crime de formação de quadrilha, citado 50 vezes na denúncia do Ministério Público aceita pelo Supremo Tribunal Federal (STF), pode prescrever no próximo mês de agosto sem o devido julgamento. O crime é visto como uma espécie de “ação central” do esquema, mas desaparecerá sem que nenhum dos mensaleiros tenha sido julgado. A pena prevista para o delito é de 1 a 3 anos de prisão.

O caso é polêmico por conta da sua interpretação. Alguns juristas entendem que o crime prescreve oito anos após ter sido praticado (2003), o que significaria a prescrição no próximo mês. No entendimento do relator, ministro Joaquim Barbosa, esses oito anos só podem ser contados a partir da apresentação da denúncia (2007), o que estenderia o prazo até 2015. Esperamos que haja um bom senso na esfera jurídica para a punição dos acusados. Mas isso é difícil, ainda mais quando o Governo joga no time adversário.

É impressionante perceber o quanto que a cúpula do PT movimenta-se para a impunidade dos acusados. Uma amostra é a indicação de ministros do STF. A escolha dos magistrados tem se norteado pelo julgamento do mensalão desde o mandato de Lula – que, aliás, ao deixar a presidência afirmou que sua principal tarefa a partir de então seria mostrar que o mensalão era “uma farsa”. Em breve a presidente Dilma deverá indicar mais duas pessoas para ocupar cadeiras no STF. A pauta possivelmente estará inserida no processo de escolha dos futuros ministros.

Dos quarenta indiciados pela denúncia inicial do mensalão, quatro foram excluídos das alegações finais do processo – um por já ter falecido, dois por falta de provas e outro por ter fechado acordo com a promotoria. Ao mesmo tempo, os réus mais conhecidos vão, paulatinamente, voltando a ocupar cargos importantes na administração federal. É o caso de José Genoino, que foi nomeado assessor especial Ministério da Defesa e João Paulo Cunha, que está  atualmente na presidência da comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Mas vale lembrar que ainda existem denúncias de outros crimes que prescrevem anos além, como o de evasão de divisas, que caduca apenas em 2019. No entanto, nem todos são acusados por esse delito, o que os livram de uma possível punição. É esse o país que temos, onde pessoas que metem as mãos no dinheiro público gozam de total liberdade e de total impunidade.

 

 

Os autistas em Sergipe

O autismo é uma disfunção global do desenvolvimento do ser humano, geralmente notado entre o primeiro e o terceiro ano de vida. O possuidor de tal diferença tem características específicas, como a propensão a ficar só, mas os graus do autismo são diferentes. A causa dessa doença ainda é estudada pelos cientistas, mas atualmente a hipótese mais forte é que seja algo genético, pois células que fazem o transporte de informações ao cérebro não “trabalham” corretamente em quem é autista.

O tratamento para o autismo é feito através de acompanhamento médico, com psicólogos, pediatras, neurologistas, psiquiatras, entre outros, acompanhados de medicamentos para o paciente. Uma das características mais presentes nos autistas é o isolamento das demais pessoas, se fechando num mundo próprio e agressividade em diversos níveis. Infelizmente ainda não há cura para o autismo.

Em Sergipe, o tratamento dado aos autistas está precário. Atualmente, a única instituição dedicada ao tratamento e acolhida de pessoas com esse perfil é a Associação dos Amigos do Autista em Sergipe (AMAS). A entidade cuida de 30 pessoas, entre crianças e adultos, todas portadores do autismo. Mas passa por grandes dificuldades para pagar seus funcionários e se manter aberta. Infelizmente, o poder público não está ajudando de forma alguma. A instituição sobrevive das mensalidades que os pais, aqueles que tem condições, pagam, mas as contas vivem no vermelho.

Só quem tem uma criança especial sabe o quanto é difícil conviver com ela, sem o tratamento, o mínimo de apoio de alguma instituição. Por isso, como futuro jornalista, quero fazer minha parte. Quem tiver interesse em conhecer e ajudar a AMAS deixo logo abaixo os contatos e espero que daqui há um tempo não precise escrever sobre o fechamento da entidade e sim, sobre sua ampliação.

Associação dos Amigos do Autista em Sergipe

Rua Péricles Vieira de Azeevedo, 1812 (próximo à Nossa Escola)

Bairro Coroa do Meio – Aracaju – SE

Telefone: (79) – 3255-2481 ou 8102-6428

Ou pelo meu twitter: @antoniooviedo1

O apelo de uma cidade que sofre. Por Lays Millena.

De São Cristóvão a todos que acompanham e/ou contribuem com o descaso que me persegue.

Primeiramente, gostaria de me apresentar aos senhores. Todos me conhecem como a “quarta cidade mais antiga do país”. Fui a primeira capital sergipana, fundada por Cristóvão de Barros no dia 1° de janeiro de 1590. Em 1637 fui invadida pelos holandeses e fiquei praticamente destruída. Em meados do século XVIII fui reconstruída e em 08 de julho de 1820, com o decreto de D. João VI, Sergipe emancipou-se da Bahia e eu me tornei a capital. Anos depois, criou-se um movimento com o objetivo de transferir a capital para outra cidade que tivesse um porto capaz de receber embarcações de grande porte, para facilitar o escoamento da produção açucareira. Foi então que, em 17 de março de 1855, Aracaju tornou-se a capital sergipana e eu perdi meu nobre título. No entanto, em agosto do ano passado ganhei outro título importantíssimo. A Praça São Francisco agora é Patrimônio Histórico da Humanidade e não param de chegar turistas para me visitar todos os dias. Fico até tímida com os olhares admirados e flashes que registram, modéstia à parte, toda a beleza histórica e cultural que tenho.

Sem mais, vou direto ao ponto: estou sendo enganada há muitos anos. Pode parecer um tanto óbvia essa minha afirmação, mas faço questão de fazê-la. Os que me conhecem sabem o quanto venho sofrendo com os gestores que tentam me administrar. Começo por Armando Batalha, que assumiu a prefeitura e não fez tanto quanto poderia. Depois veio Zezinho da Everest, o José Correia Santos Neto, que teve uma gestão muito turbulenta. Zezinho foi vítima de leptospirose e faleceu antes mesmo de cumprir seu mandato. É uma história muito triste, a qual prefiro nem lembrar. Nessa época, o prefeito interino era o Alexsander Andrade, o conhecido Alex Rocha, meu atual gestor. Ou melhor, Alex foi um dos que assumiram a prefeitura, pois não posso esquecer que Carlos Umbaubá também me comandou durante alguns meses.

Enfim, como disse anteriormente, Alex Rocha é o meu atual prefeito. Lembro-me do período de campanha. As pessoas acreditavam que ele seria o único responsável pelo meu avanço. A população estava decepcionada com a falta de respeito e apostou em Alex, o novo, aquele que poderia mudar toda aquela situação. Quanta utopia! Quanto arrependimento! Após três anos de gestão, eu realmente mudei, mas para pior. Ouço reclamações diárias de tudo que há de errado por aqui. Tem gente reclamando da saúde, dos postos que não funcionam e até do hospital que, diga-se de passagem, não existe. Sobre mim, cai o pranto de muitas famílias vítimas da violência que me invade dia após dia, tornando-me uma das cidades mais violentas desse Estado. Minhas ruas estão esburacadas. A poeira das obras inacabadas deixa-me ainda mais velha. Confesso: estou farta de tantos problemas.

E agora, vejam só! Estão me maquiando para o próximo dia 08 de julho. Neste dia todos estarão comemorando os 191 anos da emancipação sergipana. Também será entregue oficialmente o diploma de título de Patrimônio Cultural da Humanidade. Até Ana de Hollanda, ministra da Cultura, disse que estará presente. Para a solenidade, já estão montando na Praça São Francisco uma bela estrutura. Os meus buracos estão sendo tapados com um asfalto que, possivelmente, daqui a mais um mês terá de ser trocado novamente. As calçadas já foram pintadas e a grama foi aparada. Claro! Acham que a ministra e todos os demais convidados poderiam conhecer minha triste realidade? Não. Está sendo difícil cobrir as mazelas do descaso, mas nada que uma boa cal e alguns retoques não resolvam.

Na verdade, o que eu queria mesmo era não precisar me maquiar tanto para eventos como esses. Eu queria ser bem cuidada, bem administrada. Queria ver minha gente feliz e cheia de orgulho por morar em mim. Infelizmente, não é isso que vejo, mas carrego esse sonho comigo. Por isso, caros leitores, peço a ajuda de todos vocês nessa luta. Não sei mais a quem pedir. Não sei qual autoridade será capaz de fazer algo por mim. Mas peço ao meu povo que não desistam dessa menina. É! Menina mesmo! Não me abandonem, não deixem que escondam os erros e a podridão acumulada durante tantos anos.
Não preciso de maquiagem e muito menos de homenagens. Preciso de mudança e mudança de verdade.
Aqui termino o meu pedido. E se pedir não for suficiente, considerem estas palavras como o apelo de uma cidade que está CANSADA DE SOFRER.

Grata,
São Cristóvão, berço de Sergipe.

Lays Millena é estudante de jornalismo e letras e escreveu esse texto originalmente para o seu blog http://literariase.blogspot.com/

Liberdade para o “Ladrão de Galinha”


Começou hoje a valer em todo o país a lei número 12.403/2011. Mais conhecida como Lei das Cautelares, e que já está sendo apelidada de “Lei da Impunidade”, a medida faz uma “atualização” de vários artigos do Código Processual Penal, mudando radicalmente as regras para a decretação de prisões preventivas. Cadeia, a partir de agora, só em último caso.

Ao se deparar com detenções provisórias por crimes brandos os juízes podem optar por nove tipos diferentes de medidas cautelares além da prisão, como o pagamento de fiança e a proibição de freqüentar determinados locais. A nova regra está causando polêmica e, como não poderia deixar de ser, ajuíza óticas diferentes.

Não há como dizer que não existem vantagens. Haverá um esvaziamento daqueles presos que cometeram crimes mais brandos e que permitem outras formas de punição. Serão beneficiados com a nova lei criminosos que cometerem infrações mais brandas, como o furto. Ou seja, o velho “ladrão de galinhas”, aquele pobre que só está preso por que não tem recursos para contratar um advogado, deverá responder em liberdade.

Com isso, a população carcerária diminuirá  significativamente. Há previsão de que mais de 80 mil presos se beneficie da nova medida em nosso país, desocupando  cadeias Brasil a fora. Em Sergipe, segundo estimativa da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania e da Defensoria Pública do Estado, 60% dos presos, estão incluídos nessa parcela. Com a saída desses presos, haverá diminuição significativa dos gastos, que gira em torno de R$ 1,8 mil reais mensais para cada preso. Este dinheiro, que sai do bolso do contribuinte, poderá ser investido de outra forma. Vai dizer que isso não é bom para a população em geral?

Mas nem tudo é um mar de rosas. A lei também traz contras significativos. O senso de impunidade, que já é grande em nosso, ficará ainda maior com a nova norma. São vários os casos de crimes onde os acusados foram soltos logo após a prisão. Quem se sente seguro ao saber que milhares de presos gozaram de liberdade de uma hora pra outra? Além do mais, tenho certeza, os criminosos não são bobos. A partir de agora, eles terão carta branca para continuar infringindo a lei ao seu bel prazer. Afinal de contas, não haverá prisões – contanto que a infração seja leve. Bom para o criminoso, nada bom para a população.

Só será determinada a detenção quando o crime tiver transitado em julgado ou apenas quando o criminoso representar um risco para a sociedade. Do contrário, o indiciado responderá em liberdade. Acusado de participar da ação que libertou o pai da cadeia, Fábio Ramos Calheiros, filho do empresário Floro Calheiros, é um dos que poderão se beneficiar da lei. Seu advogado de defesa, como conta o texto publicado pelo Jornal do Dia deste domingo,  informou que vai se utilizar da nova regra para solicitar de imediato a liberdade do seu cliente.

Uma das alternativas propostas pela justiça é o monitoramento eletrônico. Os presos utilizariam aquelas tornozeleiras com GPS embutidos para que seja controlado o seu paradeiro. Porém, diversos estados não possuem o equipamento. Sergipe está entre eles. Segundo informações do G1, o Departamento Penitenciário do Estado informou que deverá aguardar a possível demanda para o monitoramento, mas que ainda não existe projeto.

Mas venhamos a convenhamos, existem outros meios a serem pensados para se evitar a superlotação nos presídios. Deveríamos nos preocupar muito mais com a educação, por exemplo. Afinal, se investíssemos mais nela, aí sim, evitaríamos que nossas cadeias estivessem abarrotadas de criminosos.

 

As mulheres salvaram o dia

Ontem, tivemos seleção brasileira em dose tripla. No início da tarde, Brasil x Noruega, duelaram pela segunda rodada da Copa do Mundo feminina. Depois, às 16h, os marmanjos iniciaram a caminhada rumo ao tricampeonato na Copa América, frente a Venezuela. Já a noite, no Mundial sub-17, o Brasil enfrentou o Japão pelas quartas-de-final da competição.  Primeiro vamos ao fiasco principal.

Festa preparada, time dos sonhos do técnico Mano Menezes em campo. Um 4-2-3-1 com Pato no ataque. No papel, um timaço. Mas no campo, o que se viu foi um Brasil sem criação perante uma fraca, porém não boba, Venezuela. Daniel Alves irreconhecível na direita e André Santos até buscou o ataque, mas sem sucesso. Um jogo feio, fraco, um oxo merecido. Para o próximo sábado, contra o Paraguai, Mano já prometeu alguma mudança no time. Talvez Elano ou Lucas Silva no lugar de Robinho.

No Mundial sub-17, a molecada começou arrebentando. Abriu 3 a 0 contra os japoneses. Léo, Ademílson e Adryan fizeram os gols. Mas num black-out geral, os orientais fizeram dois gols e por muito pouco não empataram no final. Que essa desatenção seja apenas um reflexo da imaturidade e não se venha a repetir nas próximas partidas. Duas vitórias e a equipe conquista o campeonato mundial. Por enquanto, Lucas Piazón, atleta do São Paulo com passagem comprada para janeiro de 2012 desembarcar no Chelsea, é uma decepção no torneio.

Mas o melhor veio do futebol elegante das mulheres. Numa partida memorável da “Pelé” Marta, o Brasil jogou um ótimo segundo tempo e venceu a Noruega por 3 a 0. O selecionado nacional começou nervoso e jogando mal, assim como na estréia contra as australianas, mas conseguiu, graças a um erro de arbitragem, abrir o placar no primeiro tempo. Mas, mal começou o segundo tempo, e Marta em duas pontadas espetaculares fez mais um e deu assistência para outro gol. Fenômeno. O melhor do futebol nacional no domingão triplo veio delas, as meninas de chuteira do Brasil.

Respeitem a diversidade

Homofobia ¹preconceito contra homossexuais ²ódio aos homossexuais, muitas vezes levando a violência física. Essa é a definição no dicionário para um dos termos mais utilizado e debatido dos últimos tempos. Parece até que o homossexualismo surgiu nos últimos 40 anos. Tem comprovado que desde a Grécia Antiga, centenas de anos antes de Cristo, havia relações homoafetivas como qualquer outra. Apenas com o advento do Cristianismo é que esse tipo de encontro se tornou quase “criminoso” e aquele que adentra essa relação é tido como pecador.

No último domingo, 26, aconteceu em São Paulo, a décima quinta edição da Parada Gay, com um público recorde de 4 milhões de pessoas na Avenida Paulista. Os detratores da causa gay não entendem que esse evento é parte de toda luta contra o preconceito e serve como um verdadeiro carnaval para a turma GLBT e os simpatizantes. Atitudes como da deputada estadual do RJ e membro da comunidade católica Canção Nova, que disse “não empregar gays, pois imagine um deles ser motorista da família dela e um dia for vestido de mulher para dirigir para seus filhos”, é de um absurdo que não consigo entender. Primeiro: em nenhuma pregação Jesus diz em segregar quem quer que seja, se deve respeitar as diferenças e segundo que, a visão que ela tem dos homossexuais é aquela caricata, vista na Parada Gay, e não é real. Hoje, executivos, artistas, atletas, resumindo, em todas as instituições e instâncias, os homossexuais estão presentes, e não há problema algum nisso.

Acredito que os homossexuais devem ter seus direitos assegurados pelas leis, como casamento civil, direitos previdenciários, como qualquer outra pessoa/casal. Não é admitido no século XXI, que pessoas sofram violência, seja ela física ou psicológica, apenas por ter uma opção sexual diferente. A homofobia deve ser um crime durante castigado pela justiça, assim como toda espécie de preconceito existente na sociedade brasileira. Não é humano, nem muito menos lógico, punir alguém por amar seu semelhante.